Couves

A família (Brassicaceae) compreende mais de 300 géneros. A espécie Brassica oleracea é extremamente polimórfica e inclui as couves de cabeça, de inflorescência e de folhas.

 

Estas couves ocupam um lugar de relevo na dieta alimentar dos portugueses. Admite-se que o antepassado das brássicas tenha tido origem nas zonas costeiras da Europa e Mediterrâneo.

A descoberta recente das propriedades anti-cancerígenas de alguns compostos derivados dos glucosinolatos existentes em grande parte das brássicas, veio revolucionar a produção e o consumo das couves, colocando estas hortaliças no grupo dos produtos com elevado valor alimentar e dietético.

Couve Coração ou Coração de Boi

Couve Coração de Boi

A couve coração é uma couve de cabeça. As folhas das couves Coração são dispostas em roseta, formando depois um repolho, são grossas, de cor verde-escuro.

 

É uma boa fonte de vitamina B6 e é um óptimo antioxidante.

A Couve Lombarda

Couve Lombarda

A couve lombarda é uma planta muito utilizada como verdura na cozinha. Tal como a couve Coração as suas folhas são dispostas em roseta formando um repolho com a superfície do limbo enrugada.

 

É rica em vitamina C, A, K, cálcio e β-caroteno, além de um alto conteúdo de antocianinas e fibras.

Couve-flor

Couve-flor

A couve-flor, tal como os Brócolos, é uma hortaliça do tipo inflorescência, cuja textura delicada e tenra exige cuidado e atenção na sua preparação.

 

Sob ponto de vista nutricional é importante, pois é rica nos minerais cálcio e fósforo, contém quantidades apreciáveis de vitamina C, livre de gorduras e colesterol e com teores baixos de sódio e calorias. É, por isso, indicada para quem segue uma dieta saudável.

Brócolos

Brócolo

Os brócolos são couves de inflorescência (conjunto de flores), tal como a couve-flor. As suas folhas, flores e os pedúnculos florais são comestíveis.

 

Originário do Mediterrâneo oriental, também tem uso na medicina, graças ao seu elevado teor de cálcio que é (dependendo da variedade e da forma de preparação) em média 47 mg por cada 100 gramas de flores e 51 miligramas em cada 100 gramas de folhas, o que representa cerca de cinco vezes a dose existente no leite.